Monday, April 16

Google anuncia compra da DoubleClick por US$3,1 bilhões


**********Fotho presidentes do Google**********

O Google anunciou na sexta-feira que pagará 3,1 bilhões de dólares pela fornecedora de anúncios publicitários online DoubleClick, na maior aquisição já feita pela companhia.
O negócio acelera a entrada da gigante das buscas no segmento de anúncios gráficos liderado pelo Yahoo .
O Google superou a Microsoft e o Yahoo na última hora, informaram fontes próximas das negociações. A AOL, da Time Warner, chegou a considerar uma oferta.

O preço representa um enorme ganho para o fundo de investimentos de San Francisco Hellman & Friedman, controlador da DoubleClick, que há 21 meses pagou 335 milhões de dólares pelos ativos adquiridos agora pelo Google, informou uma fonte próxima dos acordos.

A compra impulsiona o Google no segmento de publicidade que exibe anúncios com imagens e outros gráficos sofisticados e que são normalmente área de grandes empresas. Esse setor representa metade de todo o marketing online. Até agora esse negócio vinha sendo dominado pelo Yahoo.

"Isso eleva o Google a líder absoluto", disse Shar VanBoskirk, analista sênior da Forrest Research. "Isso completa as capacidades deles em tudo no ciberespaço. Não há nada que eles não tenham."

O acordo, todo em dinheiro, acontece apenas seis meses depois do Google acertar a compra do site de vídeos YouTube por 1,65 bilhão de dólares. A previsão é que a compra da DoubleClick seja concluída até o fim do ano, assim que o negócio receber aprovação de autoridades.
A DoubleClick foi a líder independente da primeira geração da publicidade online durante os anos de 1990.

Alguns analistas acreditam que o Google pagou um preço caro pela DoubleClick. Jordan Rohan, da RBC Capital Markets, disse que a aquisição foi estratégica porque está entre anunciantes e editores.

"O Google não poderia deixar isso ir para a Microsoft e por isso pagou o que precisava pagar", disse Rohan.

Em contraste, uma das mais importantes empresas de publicidade online com ações em bolsa de valores, a aQuantive, tem valor de mercado de 2,2 bilhões de dólares.

Fundada em 1996, a DoubleClick oferece um mercado digital que conecta agência de publicidade, anunciantes e editores de sites. A empresa tem mais de 1.500 clientes corporativos.

O acordo também acontece em um momento em que o Yahoo faz incursões ao coração do mercado do Google. Esta semana, a empresa assinou um acordo para fornecer anúncios para o conglomerado de mídia Viacom .
Dois meses atrás foi a vez da NBC Universal, com um acordo que ampliou negócios que as empresas mantinham anteriormente.
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Este tipo de negociação é que me faz ver o quando me falta de dinheiro para eu comprar o Google...
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POST: by Young vampire Luke

LESTAT NEWS

A coisa aqui tambem, esta podre.aff :(

Mais um escândalo envolvendo as Forças Armadas alemãs


***** Entrada do quartel em Coesfeld *****

Os 18 réus são acusados de ofensas corporais e humilhação de 160 recrutas durante treino de simulação de seqüestro. Por princípio, membros das Forças Armadas alemãs não podem seguir ordens que lesem a dignidade humana.
Um capitão e 17 suboficiais das Forças Armadas alemãs (Bundeswehr) começaram a ser julgados no Tribunal Regional de Münster nesta segunda-feira (19/03) por supostas ofensas corporais e humilhação contra 163 recrutas num quartel de Coesfeld, durante exercícios de simulação de prisões, seqüestros e interrogatórios pelo "inimigo".

O caso veio a público por acaso no verão europeu de 2004 e é considerado um dos maiores escândalos na história da Bundeswehr, criada depois da Segunda Guerra Mundial com base em princípios democráticos para suceder à extinta Wehrmacht.

Segundo o Ministério Público, os recrutas foram submetidos pelos 17 instrutores, com conhecimento do comandante da companhia na época, a socos, pontapés, ofensas e um teria sido submetido a choques elétricos.

Instrutores não estavam autorizados

Num exercício de simulação de seqüestro, vários recrutas foram levados para uma vala junto do quartel, com os olhos vendados e as mãos amarradas, para a simulação de um interrogatório. Os 18 réus são acusados pelo Ministério Público de ofensas corporais graves e tratamento humilhante.

O encarregado para Forças Armadas no Parlamento alemão, Reinhold Robbe, disse que os instrutores "não estavam autorizados a simular seqüestros, porque para isso é necessário ter uma preparação especial". Mesmo soldados que serão enviados para missões no exterior são preparados em centros especiais de treinamento, sob supervisão de um psicólogo, observou o parlamentar.

Robbe lembrou ainda que exercícios militares deste tipo só podem ser feitos com a presença de médicos e de psicólogos, o que não sucedeu em Coesfeld. Diferentemente do que acontece com outras Forças Armadas, os membros da Bundeswehr não podem seguir ordens que lesem a dignidade humana.

Os 18 militares, com idades entre 25 e 34 anos, todos ainda na ativa, estão suspensos pela Bundeswehr e incorrem numa pena de prisão de até 10 anos, se forem considerados culpados. O julgamento terá 45 audiências e só deverá estar concluído no segundo semestre.

Código para interromper exercícios

O primeiro julgamento, no ano passado, fracassou porque o tribunal alegou que os recrutas poderiam ter interrompido os exercícios em qualquer momento, usando um código pré-combinado. Além disso, grande parte dos recrutas imaginava que os exercícios faziam parte do ponto alto de seu treinamento.

Mesmo que o regulamento dos treinos da Bundeswehr tenha sido revisto após os acontecimentos em Coesfeld, depois de investigações internas as lideranças militares alemãs ressaltaram tratar-se de casos isolados.

No ano passado, as Forças Armadas alemãs também foram alvo de críticas depois da publicação de fotografias de soldados profanando crânios no Afeganistão.


********** Bundeswehr: denúncias constantes ***********


Vídeo mostra como superior leva recruta da Bundeswehr a atirar na imagem fictícia de um "negro do Bronx", enquanto grita palavras de ordem de teor racista. Caso vem à tona e provoca reação da opinião pública.
No vídeo, um dos soldados é claramente um iniciante nas operações militares, tendo que perguntar até mesmo como deve segurar a arma que empunha. Seu superior dá as ordens e instrui, primeiro, como ele deveria atirar em terroristas num aeroporto.

Num segundo caso, a imagem sugerida é a de "uma van, que pára na sua frente. Três afro-americanos descem do carro e ofendem a sua mãe da pior maneira". O recruta é induzido a atirar várias vezes contra os fictícios "negros do Bronx" e a xingar palavras de ordem de teor racista.

No mínimo, desculpas

**** Moradores do Bronx: ofensa gratuita, do outro lado do mundo ****


O caso de incitação a "assassinato por racismo", como definiu Wilfried Nachtwei, do Partido Verde, ecoou nos Estados Unidos, onde Adolfo Carrion, prefeito do distrito do Bronx, em Nova York, manifestou seu repúdio às imagens e conclamou o Exército alemão a pedir desculpas oficiais pelo ocorrido.

Um porta-voz da Bundeswehr afirma que o caso está sendo analisado desde fins de janeiro último, quando veio à tona, e que o soldado presente no vídeo foi remanejado para uma outra unidade, mas continua prestando seus serviços regularmente. Para um representante do ministério da Defesa, o "incidente racista é inaceitável e vai contra todos os fundamentos, a partir dos quais é feita a formação dos soldados da Bundeswehr".

"Métodos arcaicos"

Jürgen Rose, oficial das Forças Armadas e membro da diretoria de uma associação de "soldados críticos" intitulada Darmstädter Signal (Sinal de Darmstadt), afirmou ao site da revista Stern, que publicou pela primeira vez o caso na imprensa nacional, que "os escândalos não são casos isolados. Eles não ocorrem diariamente nas Forças Armadas, mas, no mínimo, anualmente". Rose aponta para a tendência de formação dos recrutas a partir de métodos cada vez mais arcaicos.

Pressão emocional

*****Exército alemão em missão no Congo*****

A Bundeswehr aparece, na maioria das vezes, somente em relação às notícias sobre casos isolados de comportamento inadequado", observa frente à DW-WORLD Simon Wunder, cientista político e reservista do Exército, que acompanhou a missão da UE no Congo, entre julho e dezembro do último ano.

Wunder lembra as dificuldades dos soldados nas missões no exterior, como alojamentos em espaço reduzido por vários meses, problemas de adaptação a condições climáticas extremas, pressão emocional de viver em meio a um conflito armado e condições de higiene muitas vezes precárias.

Na última missão no Congo, "soldados menos experientes se viram, pela primeira vez, num ambiente de miséria, desintegração e efeitos de uma guerra civil que já se arrastava por anos. Digerir todas essas impressões não é tarefa fácil para todos", conclui. O escândalo mais recente, contudo, tem como cenário a pacata Rendsburg, cidade do norte alemão.

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by:Young Vampire Luke
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Saturday, April 14

Porque hoje é sexta feira 13


fotho- Y.V.L.S festa de Halloween- 2006

Pacto com o Diabo E aquela história do rapaz que resolveu fazer um pacto com o Demo?
Era uma sexta-feira treze, como hoje, dia perfeito para tal contrato, pois é nesse dia que as bruxas estão soltas, e todos os seres do mal, libertos para executar suas malvadezas...
Me lembro dele como uma pessoa tímida e introspectiva, que quase não tinha amigos. Sempre de semblante muito sério, não sorria, não demonstrava emoções.
Acho que por isso mesmo não tinha amigos, é muito difícil conviver com uma pessoa assim, já que não sabemos o que esperar dela...
Bem, o fato é que, dizem, em épocas longínquas, ele foi uma pessoa como qualquer um de nós, com alguns amigos fiéis, e que ria e chorava como todas as pessoas normais. Gostava de festas e curtia a alegria de viver. Dizem que se apaixonou uma única vez, mas não foi devidamente correspondido. Como Fausto, em desespero pela indiferença da amada, porém ainda muito jovem, resolveu de uma vez por todas arrumar uma solução para a sua má situação... sim, porque nessa época, ele ia atrás de seus objetivos; hoje não, hoje está mudado... é como se estivesse morto, um corpo sem vida, um zumbi... como algo que morreu e se esqueceu, ou não quis se esforçar, em cair... em se deitar para descansar... seus lhos não têm vida, e sua voz nunca demonstra emoção... Dizem que foi numa sexta-feira treze... como hoje... ele foi visto em uma encruzilhada, no meio do mato, sob uma árvore torta, dizem que murmurava palavras incompreensíveis... foi o Valdo quem me contou. O Valdo foi um de seus melhores amigos, e sabia de suas intenções, dizem que ele inclusive foi convidado a testemunhar a negociação, mas apesar de se dizer cético, não quis arriscar. “Vai que...?” Mas como era muito curioso, resolveu conferir se o amigo realmente teria coragem para tanto, pois vender a alma é coisa séria. Assim, acompanhou-o de longe, e observou, sem ser visto. O rapaz sussurrava palavras incompreensíveis, sozinho. Ele abria os braços largamente e murmurava. De repente, para surpresa do observador, um clarão se fez, como uma explosão. O Valdo desmaiou. Quando acordou o rapaz não estava mais lá. Somente um cheiro de enxofre, sangue respingado no chão e as folhas da árvore chamuscadas... Depois desse dia o rapaz nunca mais foi o mesmo. Não conseguiu o que queria, pois a amada se afastou ainda mais dele, parece que passou a temê-lo... perdeu os amigos, a carisma e as emoções... acho que o Diabo, na sua esperteza, se aproveitou de alguma ingenuidade do rapaz e lhe levou a alma antes do combinado, sem mesmo lhe dar o prometido...
Também, santa ingenuidade!... você confiaria no Diabo?

(L.sakssida)

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Sabe, esta história de falar mal do diabo, dizer que sexta feira 13 é dia de azar...

É tudo balela, o diabo não é um cara mau, apenas incompreendido.

Sofreu uma campanha difamatória por parte da igreja...

Sendo a ele atribuída toda sorte de maldades e absurdos cometidos pela raça humana.

Se os amigos leitores analisar sua biografia, veremos se tratar de um anjo belíssimo!

Que já deixava os mais feios no veneno,

Ele tinha opinião própria.

E não aceitou a ditadura divina...

Você já viu o diabo mandar o filho dele se fuder na cruz?

Ou mandar alguma praga para humanidade?

A coisa diabólica está sempre interligada ao prazer ou a felicidade

Prazer, sexo, dinheiro.

Agora pense comigo, será que já não esta na hora de parar de esculacha este cara.

Pensem nisto

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Post: bi Young Vampire Luke

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Friday, April 13

Telas: NASCAR 08 mostra velocidade no PS3 e 360



A Electronic Arts divulgou novas imagens do game NASCAR 08, simulador de corrida da principal categoria dos EUA. Produzido pelo estúdio EA Tiburon, NASCAR 08 será lançado para PlayStation 3 e Xbox 360 no final deste ano. A desenvolvedora liberou as mesmas imagens para os dois consoles.

O game permitirá partidas online com
by: Luke

1ª banda transsexual surge na Tailândia: Venus Flytrap!

Tailândia apresentou a primeira banda transexual do mundo.

"As meninas" Venus Flytrap foram escolhidas num concurso com mais de 200 participantes e dizem-se influenciadas pelas Spice Girls.O nome do grupo vem da mais conhecida planta carnívora, conhecida como "armadilha para moscas".

É o primeiro caso de um grupo formado apenas por membros que mudaram de sexo.Posh Venus, Hot Venus, Cool Venus, Naughty Venus e Sweet Venus, lançaram o primeiro single Cause I'm Your Lady em novembro de 2006. O primeiro disco do grupo, Visa For Love foi lançado pela editora Sony/BMG e chega agora à Europa.

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Ai vc não pegava não?????

Se falar que não é um grande mentiroso...

A musica é una merda, mais as(os) xinas

são gostosas .........

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by : Young Vampire Luke

LESTAT NEWS

Donald Duck Orgasm



vou ligar a tecla sap pra você ;-)

"Oh o meu deus

Sinto-me tão bem
oh sim oh...
diminuir ao ritomoh..
oh sim quem é o seu papai?
o whoooo é o seu papai?
!oh o meu deus
oh sim
jogo com as minhas bolas
jogo com as minhas bolas
ohhhh aque sensação tão boa sim
somente role-os em volta em um círculoohh
o meu bem
Amo você
Oh diminua o ritimo...
ahh ahh ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Não se mecha
Irei pegar uma toalha"




Marilyn Manson / Sweet_ dreams



Não existe música mais tezão que esta
HOOOO !!!!!!!!!
my good




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Tio Romário comtinua a saga do seu gol mil !!!!


Se o futebol carioca não esta grande coisa.

O torcedor tem comparecido ao estádio maracanã para ver o famigerado “gol mil do Romário”.
Mais a coisa ta difício mesmo, e os torcedores já estão ficando de caixa baixa .


Como mostra o cartaz do torcedor






Carmina Burana - Fortune






Nada mais apropriado como trilha sonora para o GOL 1000 que Fortuna nâo acham??????????


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Thursday, April 12

Vc vai ouvir falar muito nelles - Projeto Soulspell





30.março.20007 - NOVO VOCALISTA NO PROJETO SOULSPELL

Iuri Sanson da banda Sul Rio-Grandense "HIBRIA" (o grande destaque do BMU 2006) se integra ao grupo de vocalistas do projeto SOULSPELL METAL OPERA. Mário Linhares começará suas gravações com o SOULSPELL logo após a disputa de vagas para o WACKEN OPEN AIR com a banda Harllequin. Nas próximas semanas será divulgada a primeira das duas grandes participações do projeto. Vídeos de Leandro Caçoilo e outros guitarristas serão adicionados na próxima atualização do site.

» 14.março.20007 - DIÁRIO DE GRAVAÇÃO parte 3


O novo vídeo de divulgação do projeto SOULSPELL METAL OPERA está sendo criado e será apresentado dia 24 de março antes do show do AVANTASIA COVER no MANIFESTO Bar em São Paulo. No dia 26 de março Bruno Maia começa suas gravações de vozes do personagem Hobb - a alma da Natureza.

» 14.março.20007 - DIÁRIO DE GRAVAÇÃO parte 2


Nos dias 5, 6, 7 e 8 de março foram gravados todos os trechos de Christian Passos e Nando Fernandes. O resultado (fantástico!) está disponível em vídeos do Youtube. Confiram nos links abaixo:

VÍDEO NANDO: www.youtube.com/watch?v=PZoYPdGOrnI
VÍDEO CHRISTIAN:www.youtube.com/watch?v=e-MD81p3ApU&mode=related&search

» 06.março.20007 - DIÁRIO DE GRAVAÇÃO parte 1


Leandro Caçoilo já terminou suas gravações de vozes bem como José Cardillo terminou suas gravações de teclado.Basicamente todo o instrumental está terminado.
Nando Fernandes e Christian Passos entram em estúdio HOJE para terminarem suas partes ao lado do produtor Tito Falaschi. Em breve mais novidades!

» 05.março.20007 - CONFIRMADO ARTISTA PARA CAPA DO CD


J.P. Fournier (www.jp-fournier.com), tembém responsável pelas artes do AVANTASIA, assinará a arte da capa do primeiro CD do Soulspell. Brevemente postarmeos as primeiras imagens da arte exclusivamente aqui!!! Fiquem atentos!!

» 05.março.20007 - SOULSPELL LANÇA MINISITE OFICIAL

Somente Lá aqui você fã terá acesso total as mais recentes novidades das gravações, produção, sons e imagens deste projeto que será, definitivamente, um marco na história do metal brasileiro por reunir alguns dos melhores vocalistas nacionais da atualidade. Fiquem ligados pois em breve postaremos vários detalhes e novidades exclusivas!!!


» SOULSPELL ORKUT COMMUNITY
www.orkut.com/Community.aspx?
cmm=771478

» estúdio GENESIS HI TECH
[técnico: Campos Junior]
www.genesishitech.com.br
» MARIO LINHARES
www.harllequin.com.br

» LEANDRO CAÇOILO
www.eterna.com.br
» BRUNO MAIA
www.tuathadedanann.com.br

» NANDO FERNANDES
www.hangar.mus.br

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Wednesday, April 11

A prática da tortura está se tornando aceitável?


Terroristas e torturadores se movem no mesmo espaço de ilegalidade


Intelectuais refletem sobre a gravidade de tratar a tortura como um instrumento a ser usado pelo Estado em casos excepcionais. A exceção poderá se tornar regra.


A legitimação da tortura como instrumento aceitável em casos "excepcionais", como supostamente no combate ao terrorismo, sempre gerou polêmica na Alemanha. O ápice da discussão foi em 2004, quando as imagens das práticas de tortura norte-americanas no Iraque se propagaram por todo o mundo. Na mesma época, o processo contra o vice-diretor da polícia de Frankfurt, condenado a uma pena branda por instruir investigadores a ameaçar de violência um seqüestrador durante um interrogatório, mostrou, no entanto, que o tabu da tortura não é tão intocável como se pensava.
Desde então, o governo alemão criticou algumas vezes em voz alta a manutenção da prisão de Guantánamo pelos americanos em Cuba, mas a atitude em relação a Washington mal passou do nível da discrição diplomática. Apesar de o discurso político denunciar que o retorno declarado às práticas de tortura mina o direito internacional, parece crescer o conformismo em relação a isso.

O que a direita ainda considera de bom gosto


************ Slavoj Zizek **************

"Será que temos a consciência de que a última vez em que essas coisas fizeram parte do discurso público foi no fim da Idade Média?", pergunta-se o filósofo esloveno Slavoj Zizek em artigo recente publicado pelo International Herald Tribune e pelo jornal austríaco Der Standard. Por mais que esta denúncia de retrocesso pareça ter perdido de modo geral a atualidade para a mídia, pensadores, pesquisadores e artistas continuam a manter viva sua denúncia.

Desde a publicação de Folter im Rechtsstaat? (Tortura no Estado de direito?, 2004), de Jan Philipp Reemtsma, germanista e fundador do Instituto de Pesquisa Social de Hamburgo, a denúncia de diversas outras publicações vem sendo a mesma: a de que "experimentos mentais isolados em situações extremas" fazem parecer justificado o emprego de tortura por parte do Estado. Com isso, as instituições estatais estariam comprometendo o Estado de direito e a "nossa identidade". A recém-publicada compilação de ensaios Rückkehr der Folter (Retorno à tortura), organizada por Hauke Brunkhorst, tem uma tônica semelhante.

Em seu livro, Reemtsma diagnosticou que a alteração do "gosto da direita" está sendo provocado por "apelos afetivos" propagados tanto em escritos sobre teoria do Estado quanto em filmes de Hollywood. Um exemplo recente da propagação desta nova tolerância para com a violação de direitos humanos é a série norte-americana 24 horas, que mostrou seu protagonista, um agente antiterrorista, lançar mão de práticas de tortura. Na opinião pública alemã, isso foi noticiado com a crítica de que a série oferece ao regime de Bush os precedentes ficcionais para que o eleitorado possa se acostumar com a quebra real de tabu.

Limbo de terroristas e torturadores

Para além do discurso acadêmico e investigativo, a arte também torna presente na consciência coletiva a existência de Guantánamo. Numa instalação inaugurada em meados de março em Düsseldorf, o artista alemão Gregor Schneider reconstrói, dentro do museu k21, os interiores de uma ala da prisão norte-americana em Cuba.



Parte da instalação 'Tortura Branca', no k21, em Düsseldorf

Trata-se de uma espécie de réplica das celas de alta segurança do acampamento V na baía de Guantánamo, cujos esboços ele encontrou na internet. Tortura branca é o nome do environment de salas sucessivas hermeticamente vedadas e isoladas do mundo exterior. Segundo as críticas, "um lugar morto", "um nada sensível", um "ambiente macabro" com peças faltando nas estruturas sanitárias, sem o número das celas, com um vazio de informação nas paredes e portas.

Esse "branco" remete não apenas à ausência de imagens sobre o que se sabe estar acontecendo nos interiores do presídio, mas também aos espaços mortos, às brechas do Estado de direito que se tornam cada vez mais transparentes. Segundo argumenta o filósofo Slavoj Zizek, não só os terroristas vivem no limbo da ilegalidade, mas também aqueles que o combatem. As autoridades americanas em contato com os prisioneiros de Guantánamo se apresentam como o poder do direito, mas operam em um vácuo não regulamentado pela ordem legal.

Responsabilidade moral alemã?

O espaço estéril sugerido por Gregor Schneider em sua instalação é uma forma de reintroduzir de forma sensorial e não verbal o incômodo que Guantánamo gera numa sociedade cuja identidade, cuja reelaboração custou tanto esforço num passado recente, está intrinsecamente vinculada à noção de Estado de direito. Na memória coletiva da Alemanha, onde o primeiro caso de tortura documentado remete a 1321 em Augsburg, a tortura dificilmente pode ser dissociada dos abusos e experimentos humanos durante o nazismo.

Para Benjamin Ferencz, jurista norte-americano que participou do Tribunal de Nurembergue, os alemães têm obrigação de se posicionar. "Cargos e títulos não podem impedir a punição", cita-o a revista Der Spiegel num relato recente sobre a ação judicial que um advogado berlinense voltou a mover, junto à Procuradoria Geral da República, contra 15 supostos responsáveis pelas práticas atrozes de tortura de militares norte-americanos no Iraque. Entre os acusados está o antigo ministro norte-americano da Defesa Donald Rumsfeld.

Nesta segunda tentativa de processar cidadãos norte-americanos na Alemanha, o advogado Wolfgang Kaleck tem chances mínimas, apesar de alegar haver mais provas agora. Para uma ação incomum como essa, o jurista se respalda na legislação de direito penal internacional que vigora desde 2002.

A lei prevê que o Judiciário alemão pode punir atos cometidos por estrangeiros no exterior, caso se trate de genocídio, crime contra a humanidade ou crime de guerra, não importa por quem tenha sido cometido. A queixa apresentada em nome de 12 pessoas – onze cidadãos iraquianos que estavam presos em Abu Ghraib e um detento de Guantánamo – foi rejeitada em novembro passado, com a justificativa o Judiciário alemão só poderia ser acionado, caso a Justiça norte-americana não fosse capaz ou não estivesse disposta a investigar a questão, "algo de que não existe nenhum indício".


Camp Delta, Guantánamo

Apesar de o discurso político se mover em loop, quando se trata de advertir Washington da gravidade de Guantánamo e apesar de o impacto inicial dos escândalos ter se desgastado na mídia, prosseguem no discurso teórico e artístico as denúncias de que esta pretensa exceção ameaça se tornar a regra.

"A grande vítima da 'torture-as-usual' é o resto de nós, a opinião pública informada", ressalta Zizek: "Uma valiosa parte da nossa identidade coletiva se perdeu de forma irrevogável. Nós nos encontramos em meio a um processo de corrupção moral: quem detém o poder está literalmente tentando quebrar nossa espinha ética, apagar aquilo que pertence indiscutivelmente à maior conquista da nossa civilização, ou seja, o crescimento da nossa sensibilidade moral espontânea".
E já que toda a opinião pública parece saber isso de cor, tão de cor a ponto de se resignar gradativamente ao silêncio, tanto mais relevantes são as vozes que ainda insistem numa questão tão fundamental, através de um discurso que ainda atinge as pessoas.


By Young Vampire Luke

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Inconvenient, but true!



I think u should watch this movieAn Inconvenient Truth!..eu cortei um pedacinhoe vou ligar a tecla sap pra você ;-)

AJUDANTE DE BUSH EDITA PREVISÃO DO TEMPO

(manchete)(ring the phone)- O que descobriu?- Trabalhando pra quem?- Chefe de Estado?- É o escritório de meio ambiente da Casa Branca.- Instituto Americano de Petróleo.- É justo dizer que é o grupo que apóia os interesses petrolíferos?- É justo?-Totalmente justo.- Investigue um pouco mais e verifique quem são os clientes.- Então ele defendia a Exxon Valdez.- Hm hum, sim, muito obrigado.Cientistas têm uma obrigação independente de respeitar e presentear a verdade que vêem.-Por que se contradiz diretamente no testemunho que está dando sobre essa questão científica? (pergunta ao cara que escreveu o artigo)- O último parágrafo dessa seção não foi um parágrafo que escrevi. Foi adicionado ao meu testemunho.- Se eles te forçam a mudar uma conclusão científica, é uma forma da ciência fraudá-los.- Na União Soviética, ordenando cientistas a mudarem seus estudos para concordar com a ideologia aceitável para o Estado.Eu já vi cientistas que foram perseguidos, ridicularizados, privados do trabalho, do salário, simplesmente porque os fatos que descobriram os levaram a UMA VERDADE INCONVENIENTE! que eles insistiam em contar.Ele trabalhava para o Instituto Americano do Petróleo, e em janeiro de 2001,o presidente o encarregou de cuidar das políticas do meio ambiente.Recebeu um memorando da Agência de Proteção ao Meio Ambiente, que o avisou sobre o aquecimento global e ele editou. Não tinha nenhum treinamento científico, mas se encarregou de invalidar os cientistas.Eu disse: "Quero ver a letra do cara". Esse é o memorando da EPA. Essas são as ameaças por caneta.Ele diz: "Não, não podem dizer isso. É mera especulação."Isso foi vergonhoso para a Casa Branca; então esse camarada renunciou poucos dias depois.E um dia após renunciar ele foi trabalhar para Exxon Mobil.Sabem, há mais de cem anos, Upton Sinclair escreveu isso:"É difícil fazer um homem entender algo se seu salário depender de seu não entendimento."

By: Young Vampire Luke

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Tuesday, April 10

Tempo maluco



Embora oficialmente seja primavera na Europa, o frio e a neve retornaram à Alemanha, trazendo caos a algumas regiões do país.





Na madrugada deste domingo, começa o horário de verão, que vai até outubro aqui na Europa. Os relógios serão adiantados em uma hora. Na Alemanha, o tempo parece não se impressionar com esta mudança. Continua nevando no sul país, como mostra esta foto da cidade de Freibug, em Baden-Württemberg.




System of a Down - Lonelly Day






BY: Young Vampire Luke


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Rammstein: petróleo como droga


EMAs invadem Lisboa – Wir sind Helden parte em turnê européia – Duo alemão Ich+Ich dá aula sobre letras de música – A dance music comportada de Schiller – O álbum novo do Rammstein

Novembro foi o mês do European Music Awards da MTV, que desta vez aconteceu em Lisboa. Os portugueses e quem por lá estava viram shows legais, mas muita gente deve ter viajado exclusivamente para ver Madonna, que abriu o evento e deixou pouca esperança de que algo melhor pudesse vir. Mas Green Day mandou muitíssimo bem, Gorillaz foi sensacional, só Robbie Williams é que poderia ter estado mais animado.


Show do Gorillaz no MTV Europe Music Awards

Bom mês também para o Wir sind Helden, que saiu em sua primeira turnê européia e já teve que fazer um show extra em Londres. E isso em um clube que nem é tão pequeno assim, afinal cabem 500 pessoas no Garage! Mas eles negam que estejam em busca da carreira internacional, dizem que continuarão cantando em alemão e ponto. Então por que é que eles gravaram o novo single Von hier an blind em inglês, francês e japonês??

Eu, eu e eles

Alguém imagina como seria ter a Rita Lee como professora substituta? Não? Pois uma coisa semelhante aconteceu em Berlim este mês: longa pausa entre uma aula e outra em um ginásio da capital. A professora faltou.


Uma revista jovem encontrou a solução ideal: enviou o duo Ich + Ich para substitui-la e um repórter para protocolar a conversa. Lá foram Annette Humpe e Adel Tawil para falar daquilo que entendem: letras de música.

Schiller: poesia emprestada

Schiller é Christopher von Deylen, mas não só ele: a cada álbum, o produtor e DJ trabalha com uma série de convidados que dão uma cara diferente para a sua "banda". Peter Heppner (do Wolfsheim), Alexander Veljanov (do Deine Lakaien) e Sarah Brightman já cantaram em discos passados.

No novo Tag und Nacht (Noite e Dia), o quarto desde que começou sua carreira em 1998, Schiller trabalhou com diversas vocalistas femininas, o que deu um caráter etéreo à sua dance music comportada e sonhadora. E contou também com a ajuda de convidados como Mike Oldfield (que compôs a trilha sonora de O Exorcista), o baterista Gary Wallis (que já tocou com o Pink Floyd) e o rapper Tomas D. (da banda Die Fantastischen Vier).

Para quem não sabe: Annette é uma velha conhecida da música pop alemã. Sua irmã é cantora do 2raumwohnung e ela própria cantava na banda Ideal durante a Neue Deutsche Welle. Recentemente, ela e Adel Tawil se juntaram para este projeto e logo emplacaram dois singles na parada alemã, cantando música pop misturada com soul em alemão.

Schiller: poesia emprestada

Schiller é Christopher von Deylen, mas não só ele: a cada álbum, o produtor e DJ trabalha com uma série de convidados que dão uma cara diferente para a sua "banda". Peter Heppner (do Wolfsheim), Alexander Veljanov (do Deine Lakaien) e Sarah Brightman já cantaram em discos passados.

No novo Tag und Nacht (Noite e Dia), o quarto desde que começou sua carreira em 1998, Schiller trabalhou com diversas vocalistas femininas, o que deu um caráter etéreo à sua dance music comportada e sonhadora. E contou também com a ajuda de convidados como Mike Oldfield (que compôs a trilha sonora de O Exorcista), o baterista Gary Wallis (que já tocou com o Pink Floyd) e o rapper Tomas D. (da banda Die Fantastischen Vier).



E ele é tão convencido do valor estético de sua música que pegou mesmo o nome emprestado do poeta Friedrich Schiller. Tudo o que envolve a banda está sob seu máximo controle. Na última turnê, ele obrigou seus ilustres convidados a viajar no mesmo ônibus – nada de hotéis, nada de pedidos extras, nada de lista vip na entrada.

Seu som caberia em um lounge em Ibiza, em aniversário de família, em filme pornô, mas há algo nele que o torna inapropriado para ser tocado em rádio. Não é sofisticado como ele gostaria que fosse, mas não tem nenhum apelo comercial, entende? Há quem goste e quem odeie. Schiller não se importa.

Leia à diante sobre o mais novo disco do Rammstein.

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Houve uma época em que o Rammstein tinha de brigar pelo seu espaço – em plenos anos 90, poucos tinham paciência para tantos músculos à mostra, um desconfortável machismo, letras sobre violência, morte, sexo. A música pop vivia uma espécie de belle époque, talvez como forma de expurgar a herança do heavy metal.

E o Rammstein, que teimava em subir ao palco (tra)vestido, maquiado e equipado de toda sorte de efeitos pirotécnicos, ainda insistia em Kiss e Alice Kooper quando o mundo inteiro parava para ouvir Exit Planet Dust, álbum de estréia dos Chemical Brothers que saiu no mesmo ano que o primeiro disco dos alemães.





Quando o primeiro disco Herzeleid (1995) chegou às lojas, a mídia alemã se esforçou para sufocar o grupo. Não parecia exatamente um futuro promissor para o emergente sexteto de Berlim. Como explicar então a escalada catapultante, a atenção com que suas letras são decifradas nos principais jornais do país e a fidelidade de fãs no mundo todo?

Motivos se repetem

Foi o Rammstein que abriu mão dos excessos em prol da popularidade? Certamente não, afinal basta observar os textos do frontman Till Lindemann – ele até já lançou seu primeiro livro de poesias na Alemanha – para ver que a escolha dos motivos se manteve igual em toda a trajetória da banda. E a mídia, afinal de contas, continua descendo a lenha na banda.

A diferença é que o Rammstein convenceu milhões de fãs no mundo todo. Um ano após o lançamento do último disco, Reise, Reise, a banda retorna com seu quinto álbum, Rosenrot, que, como não poderia deixar de ser, já ocupa o Top 10 em nada menos que 18 países desde seu lançamento em 28 de outubro. Um resultado nada modesto, que os torna os principais músicos de exportação alemães do pós-guerra.

Na Alemanha, na Áustria, na Estônia e na Finlândia, o disco está na primeira posição das paradas. Na Suíça, na Bélgica, na Suécia, na Dinamarca e até no México eles ocupam a segunda posição. Isso simultaneamente a lançamentos de peso como Depeche Mode, Madonna e Robbie Williams.

Mas eles não convenceram só os fãs: músicas do Rammstein já foram remixadas por vários artistas internacionais. Até os Pet Shop Boys já fizeram e aí morrem críticas tão freqüentes – quase acusações – de "teutonismo excessivo", "estética fascista" ou "atitude homofóbica".

Quem tiver uma explicação que me envie. Faz esse favor: feedback.brazil@dw-world.de



Encalhados?

gora vamos ao disco por partes. A capa de Rosenrot mostra um navio quebra-gelo nuclear preso em uma imensidão de gelo. O jornal Tagesspiegel questiona se isso talvez seja "uma párabola da própria banda? Um sinal de que a própria carreira encalhou?", mencionando problemas de integração dos seis músicos e de autoridade no processo de composição.

Mas o que mudou do último álbum para este novo? Não muita coisa. Os motivos principais continuam sendo a violência, uma força destruidora incontrolável que só encontra barreiras no próprio ego (Zerstören), a sedução da morte e o voyeurismo diante dela (Spring). Para celebrar o sexo sem recheio, eles até arriscaram o espanhol em Te quiero puta!: Vamos vamos mi amor/Me gusta mucho tu sabor/No no no tu corazón/Mucho mucho tu limón.

Mais homoeróticos que homofóbicos

Também há faixas mais elaboradas, como o primeiro single Benzin, cuja letra pode ser lida tanto como uma metáfora irônica da ganância pelo petróleo quanto como um elogio do homem-máquina: Não preciso de amigos, nem de cocaína/Nem de médico, nem de medicina/Não preciso de mulher, só de vaselina/Um pouco de nitroglicerina/Preciso de dinheiro para gasolina.



Capas de 'Herzeleid' (1995): a versão americana (e) sem tanto homoerotismo; capa do single 'Benzin' (d)

Esse teor homoerótico prossegue em Mann gegen Mann (Homem contra Homem): Na minha corrente não falta nenhum elo/Quando a luxúria vem por trás/Meu sexo me acusa de traidor/Sou o pesadelo de todos os pais//Homem contra homem/Minha pele pertence aos senhores/Homem contra homem/Igual e igual se unem com prazer.

O álbum saiu na Alemanha em duas versões: uma simples e outra em formato digipack, com três músicas extras gravadas ao vivo durante a turnê de Reise, Reise, que provavelmente estarão também no CD/DVD ao vivo que a banda lançou em março deste ano. .

Em dezembro sairá o segundo single, Rosenrot, com remixes de Chris Vrenna (ex-baterista do Nine Inch Nails), do duo eletrônico alemão Northern Lite e de Jagz Kooner, que já produziu bandas como Manic Street Preachers e Garbage.

postade: by Young Vampire Luke

LESTAT NEWS



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O amor tem razões que a própria razão desconhece

Vídeo di temazo de Loreena Mckennitt "os cisnes de Bonny" (os cisnes de Bonny). È parte de uma canção que conta a história de uma donzela afogada por sua irmã ciumenta, e isto é contado, primeiro como cisne e depois como harpa

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CISNE APAIXONADA POR PEDALINHO RETORNA AO LAGO ONDE SE APAIXONOU.


Berlim, 28 mar (EFE).- A cisne Petra, apaixona um pedalinho em forma de cisne, retornou hoje com seu amado ao lago Aasee, em Münster (Alemanha) - onde se "conheceram" na primavera -, depois de passarem o inverno juntos no zôo da cidade alemã.

Petra, que até sua chegada no zoológico era conhecida como "Pedro, o negro", por sua cor, passou meses nadando ao redor do pedalinho, acariciando-o com o bico e dormindo debaixo dele, em uma parte oca de sua estrutura.

Com a chegada do inverno no hemisfério norte, Petra se negou a emigrar para o sul, como tradicionalmente fazem os animais de sua espécie, e continuou junto a seu amado.

A companhia dona do pedalinho decidiu retirá-lo do lago para guardá-lo em terra firme, mas a insistência de Petra em permanecer junto ao objeto forçou a adoção de outra medida: transferir ambos para o zôo de Münster.

O casal chegou em novembro ao jardim zoológico, se instalando no mesmo lago, junto a cisnes africanos.

As autoridades do centro, que descobriram que o apaixonado animal não era "Pedro", mas sim "Petra", esperavam que, ao entrar em contato com novos exemplares de sua espécie, romperia sua relação e se envolveria com um animal de carne e osso.

A cisne, no entanto, foi atacada pelo restante de sua nova comunidade, ficando isolada com seu namorado de plástico, com o qual permanece dormindo, e de quem não se distancia mais do que três metros.

Mesmo quando teve que se submeter a uma operação na pata, foi necessário que seu amado a acompanhasse até a casinha dos pelicanos, onde passou seu período de convalescença.

No entanto, o tempo bom se aproxima e os donos do "Cisne branco" - como o pedalinho já é conhecido, em contraste com as escuras plumas de Petra - querem que volte a oferecer seus serviços de passeio aos visitantes do lago Aasee.

O animal e o pedalinho retornaram hoje ao local onde se apaixonaram.

A história cativou a Alemanha, e periga se transformar em principal atração da temporada no Aasee, que poderia ser rebatizado, com a permissão de Tchaikovsky, como "o lago dos cisnes apaixonados por pedalinhos".

Petra foi levada até o local ao mesmo tempo em que um barco a motor rebocava o pedalinho.

Logo após entrar na água, a cisne nadou em direção a seu amado, a quem chegou a perseguir por mais de um quilômetro, quando alguns turistas subiram nele para passear no lago.

A história de amor do casal de cisnes mais famoso da Alemanha vem gerando bons lucros ao zôo de Münster, e Petra transformou seu amado em uma verdadeira estrela midiática, que estampa xícaras de café e estrela contos para crianças. EFE




A fiel Petra segue seu parceiro por todos os cantos

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Depois do transloucado amor de Petra.
Cheguei a uma conclusão:
O amor emburrece tanto as pessoas como os cisnes

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by: Young Vampire Luke

LESTAT NEWS

Sunday, April 8

Saturday, April 7

Lei sobre isenção de impostos sobre instrumentos


Lei sobre isenção de impostos sobre instrumentos importados.

Eu li este tópico em uma comunidade do Orkut,da qual eu faço parte e achei muito interessante divulgá-lo aki, visto q nos interessa muito, principalmente quem curte guitarras como Gibson, Fender e etc..
O Senador Cristovam Buarque divulgou esse projeto de lei, que fala sobre a Isenção dos impostos na importação de instrumentos musicais, bem como de suas partes e acessórios. Lembrando que é apenas um projeto, portanto, cabe a voces músicos brazileiros lutar pela aprovação dele no senado.
Segue abaixo o link do projeto na integra. Podem abrir q o link é seguro.
(ja abri todos)

http://legis.senado.gov.br/pls/prodasen/PRODASEN.LAYOUT_MATE_DETALHE.SHOW_INTEGRAL?t=9076

Pegando o embalo, já tá aqui o link para assinar:




Pra quem não tá entendendo leia este tópico:



"Espero que os músicos leitores deste blogg assinem e divulguem em todas as comunidades, bloggs e em seus sites relacionadas à música para que esse abaixo assinado se torne algo realmente significativo.
Notem que com poucas assinaturas não podemos encaminhar ao governo, pois a minoria pode até fazer algum barulho, mas não tem força para mudar as coisas.
Contribuam para um direito de vcs!!
Abraços!"


: by L. sakssida, guitar de Sikkivik


LESTAT NEWS

Friday, April 6

Caos aéreo continua, agora com música




"Agonia"

Agora o caos aéreo ficou mesmo insustentável:
Oswaldo Montenegro, que esperava pra embarcar no aeroporto de Brasília, puxou o violão e começou a cantar.

(Sério, notícia fresquíssima!)

Agora vocês imaginam a situação desta pobre pessoa que vos fala.
No momento deste desagradabilíssimo show inesperado.
Sem ter como fugir do local.
Cansada com sono e uma mistura de ódio por todas as autoridades do país...
Este senhor sorri e me entrega seu cd autografando
E meu vôo fica para o dia seguinte...
Agradeci o cd retribui com um sorriso amarelo e fui para o hotel

Agora achei o cd na minha bolsa.
Resolvi contar para vocês este fato, que seria nada se o nosso grande amigo Mélvio
Não tivesse dito que adora o Osvaldo Monte Negro desde criancinha e pedio o cd.
e jurou que vai guardar como um tesouro.

hahahahahahahahaha



chupa essa manga lukkas........



arremessado por Giovanna Cantarelli

Thursday, April 5

Falando sobre animações e encontros memoráveis

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Voltando a falar sobre animações sobre encontros inusitados de animais, apresento-lhes um clássico considerado um dos 50 melhores desenhos animados de todos os tempos: Bambi Meets Godzilla, de Marv Newland, produção de 1969.

Simples. Infame.


Sensacional.

_________post : young vampire lukas___________________

Steve Yegge
Gregory wrote: > Steve, I'm just suggesting not putting fuel on a fire most Rubyists> never intended to start in the first place.> > There is no need for a crusade or jihad here, on either side of the fence.> > This post just seems to be painfully biased with the expressed intent> of bashing Python. That's just not cool.> > Pythonistas are not all tax collectors.
Yes, yes, I know how my "anti-anti-hype" post must have felt. Given that I'm like 600 dog-years old, I sometimes forget the context is missing when I post. I'm going to try once more to explain where I was coming from in that post. If this attempt fails, it's really no big deal -- I can certainly stick to technical blogs.
Incidentally, I'm going to talk about several languages, and eventually make my way back to Ruby at the end. Hang in there.
I think there are some issues we don't often talk about that have a direct impact on our lives as programmers. Like politics, they're tricky to talk about without arousing great, fiery passions. I'll be talking about some of them today. Why would I do that?
Well, first of all, let's get my agenda out in the open. I'm a programmer, and like you, I love building things. And ideally I'd like to build things in my favorite programming language, which happens to be Ruby -- but only by a slim margin, because I love several other languages too, including Python, Scheme, Lisp, the "D" language, C (but not C++), and various others. I like many languages a little bit, and there are only a few languages that I don't like very much.
As it happens, Python is my second-favorite language (well, tied for 2nd with Scheme).
Yup, that's right. You heard me properly. I love Python and I think Guido is brilliant. Matz, too. Those guys are just amazing.
My agenda is really simple: I would like to write the majority of my code, at home and at work, in a great programming language.
Well, it's simple to state. It's not simple to *do*, for some complex and rather painful reasons that should be non-issues, but they're not. Let's look at them a little, and hopefully it will shed a little light on my "uncool" post.
Death of a beautiful language
I watched Smalltalk die.
I wasn't particularly invested in Smalltalk at the time, but I had done some programming in it. Smalltalk was (and still is) a superb programming language. And it died after I learned it.
There are some Smalltalk enthusiasts out there who will point to Squeak and other Smalltalk enclaves, and claim it's not dead. This is an important point. Chances are, you don't take Smalltalk very seriously. It's not on your radar. You don't think you'll ever need to learn it. So when I say "I watched Smalltalk die", to you it sounds like I'm talking about ancient history.
To many people, though, especially the ones who loved Smalltalk and whose very livelihoods depended on its commercial success, the failure of Smalltalk is a very painful subject. It's not boring ancient history. It still hurts them, deeply, and they even maintain hope that it may someday experience a glorious return to popularity.
This pain they feel, which you probably do not, is really close to the heart of our discussion. Hurt feelings are why these issues are so hard to talk about. It's very easy for you to say something insensitive about Smalltalk, *especially* if you don't know the language. You can take one look at it and say: "looks dumb", and you've just made someone mad.
In fact discussing it is extra hard because some people are just mad about Smalltalk in general. You can say anything at all about it, and simply bringing the subject up will have made them angry.
Regardless of whether Smalltalk is really dead, or merely a wounded bear in deep hibernation, I think it's clear that Smalltalk is not having a direct impact on the programming world today.
Smalltalk has plenty of indirect impact, of course -- for instance, Ruby inherits a great deal from Smalltalk; all OO languages do to some extent, but Ruby more than many. But you can't walk into an ordinary computer bookseller and expect to find more than a couple of Smalltalk books. And if you want to get a job as a Smalltalk programmer, you will probably have to travel far, and you likely won't have much say in the kind of work you get to do. Smalltalk has retreated into a relatively small set of domains, at least for now.
What killed Smalltalk, anyway? I've read analyses and talked at length with some of the key players. The consensus seems to be that Java killed Smalltalk. And it did so rather decisively. Have you ever watched the short animated film "Bambi Meets Godzilla"? That's pretty much what it feels like now, although it actually happened over a period of several years.
Smalltalk wasn't terribly different from Java, really. It had an unusual all-in-one image model, where it acted like your OS, hosting the language, IDE, and application environment all in one binary. That is widely considered unpopular in retrospect, but the irony is that it's not really much different from the JVM. Smalltalk was commercial, and required user licenses; Java was commercial, but gave end-user licenses away for free. But they were really pretty similar, and yet one wound up being far and away more popular than the other.
You can argue that Smalltalk would have failed fair and square, without Java, but I think most people agree that Java was a key contributor to Smalltalk's failure. And it wasn't a quiet thing, either. Millions of dollars were at stake. There were two large commercial Smalltalk vendors, and a bunch of unhappy about-to-be-ex-Smalltalk programmers, and hallways echoed with roars of protest at how Java, an "obviously" inferior language, had unfairly stolen a market that rightfully belonged to Smalltalk.
It all quieted down eventually, and to most of you, Smalltalk probably feels like a niche academic language that never had any real popularity.
I think Java coming along and smooshing Smalltalk was largely due to marketing. It's not the only factor, of course. Timing was a factor in various ways. Syntax and static typing were both factors, because Java deliberately went after disenchanted C++ programmers, which wasn't a bad strategy at all. And Java had some genuine innovations that helped, too.
But it was marketing that tied all those things together and helped Sun build a worldwide community of millions of Java programmers.
Java wasn't really offering anything that Smalltalk hadn't already been doing for years. (Where have we heard that argument before?)
Love and Money
It seems to me that there are two major contributors to language flamewars.
The first is that most programmers don't like to learn new languages. I don't know why, but true polyglots like me seem to be comparatively rare, maybe 5%-10% of the programmer population. Most folks apparently prefer to master one language and stick with it for life.
The second is economics. Money motivates most decisions in the end. Companies need to make money, programmers need to get paid. You know all the old sayings: time is money, business is war, money (or love) makes the world go 'round, all's fair in love and war.
Programmers fall in love with their languages, so you've got two of the biggest forces in the world at play here: love and money, mixed with either fear or laziness. Is it any wonder people fight over languages?
Well... sort of. It seems like people should be able to use whatever language makes them most happy. But in practice, you can only use your favorite language if it happens to be C++, Java, Perl, or whatever language(s) your employer has decided are the "official" languages.
Most technical employers have a relatively small set of official languages, and you're forbidden from using any others. There are a few odd things about this situation.
One is that most companies couldn't care less about programming languages -- all they want is to get their products built. It's always the engineers who impose the language restrictions. They're not restricting themselves, of course; it's a situation where engineers are governing other engineers by decree, within the same company. I've heard all the reasoning, and it still seems a little odd to me.
Another other odd thing is that most companies are using anywhere from 15 to 40 programming languages, but they only officially recognize two or three of them. They'll claim they're a Java/C++ shop, but have huge gobs of shell-script, awk, PHP, Perl, JavaScript, Tcl, emacs-lisp, vim-script, excel macros, pl*sql, and other languages threaded through their tools, databases, build systems, and so on. Maybe this is less true at Windows-based development shops.
And one last odd thing is that programmers often have to learn at least one new language when they arrive at a new job, but they never have any trouble. Programmers usually think learning a new language will be hard. When it's a job requirement, though, it happens amazingly fast. Programmers are generally pretty smart people.
You'd be amazed at how much resistance the "old guard" of a company will offer if you try to use your favorite language, and it's not on the approved-list. The "old guard" could even be 23-year-old CS grads that have just made a successful startup. "Old" here just means "first".
I've heard their arguments for 20 years. Don't use C++, it's slow (my first company). Don't use Java, it's slow (my second and third.) Don't use Python, it's slow and has that whitespace thing. (All but my most recent.) Don't use Ruby, it's weird (90% of all companies). Language diversity is bad. What if someone has to debug your code in the middle of the night and they don't know that language? (every company, even those that don't work in the middle of the night) Don't use other languages; we don't hire for those skills. We don't trust those languages. We've invested in Fortran or Cobol or C++ or Java or whatever. No, no, no.
"No" always comes from engineers. You build something cool and popular, and your CEO will love you for it. She won't care if it's written in Intercal, as long as it works and your team can keep it working. So why do the engineers care so much? Who knows. I think it's often ego -- they think of themselves as a great Java programmer, or an important Perl luminary, or a famous Python person, and they let their perceived self-image influence other peoples' technical decisions. Whatever the reason, it's a very real force in the workplace, one that plays a large role in the language wars we see on the internet.
Because, hey, if enough companies are *already* using your favorite language, then the problem still exists -- but not for you!
Return of Godzilla vs. Bambi
I programmed in assembly language for 5 years at Geoworks; maybe that's why I love all languages a little. Then C/C++ for a while, and then a long 7-year stint with Java.
After 2 or 3 years with Java, I stumbled on Jython, a pretty nifty port of Python to the JVM. I'd been doing my scripting and auxiliary work in Perl. This was before it had ever occurred to me, still being pretty new, that one language could actually be suitable for most programming tasks. Java's not very good at many things Perl is good at, and vice-versa, so I had a big mixture of Java and Perl.
I talked in my anti-anti-hype rant a little about Perl's marketing. It was world-class, and for a while I even thought I liked Perl. The marketing was so powerful that I simply took it for granted that I liked Perl.
Jython was a breath of fresh air, and I started wishing I could replace all my Java *and* Perl with it. Development had stopped on it, though, so it naturally led me to Python. For at least three years, Python was my favorite language, but I was heavily invested in the JVM, so I had to settle for Jython most of the time. It sure was fun, even though it was an old, relatively unsupported version of Python.
During those years, I wondered why Python wasn't as popular as Perl. It seemed like a much stronger language than Perl. That's just my opinion, of course, and there were certainly things I missed from Perl, so I'm not claiming that Python is the be-all, end-all of language design. But it seemed like the best thing out there.
Why wasn't it more popular? It seemed to be getting crushed by marketing forces -- by fiery-eyed Perl zealots who went around and gained converts, one at a time. Perl was acting like a virus, and spreading rapidly, while Python sort of limped along, growing much more slowly. Richard Gabriel, of course, had already pointed out that C and Unix were virus-like in his famous short essay, The Rise of ``Worse is Better''.
Let's be careful here: I believe Python has failed so far, and lots of people have jumped to say that Python "beat" Perl. Sure it did, in a number of quality-related ways. But the most immediately relevant metric to me is popular success in the commercial marketplace, because (remember my agenda?) I want to write my day-to-day code in a great language. I can't just tromp into most companies and announce I'm going to be writing in Python; they'd lynch me. So to this extent, Python has failed. And I really, REALLY wish it hadn't. Because unlike when it happened with Smalltalk, I was invested this time around.
Because Python was my favorite language, I read all the Python books, and wrote a ton of Python code, and lurked on Python newsgroups, and basically soaked up the culture. And over a few years, I developed my own pet theory as to why Python has (so far) failed commercially.
Culture
I know you're gonna hate this part, but I'm going to talk a little about culture. Culture is very real. It matters every bit as much as love or money.
French waiters in Paris, on average, behave very, very differently from Japanese waiters in Tokyo. It is absolutely undeniable, and the difference is striking. I've spent plenty of time and eaten at plenty of restaurants in both places.
Once I was dining with a friend, and he whispered across the table: "I'd ask for some salt, but I think our waiter would kill us." Which country do you think was I in?
French waiters are not good or bad people, nor are Japanese waiters. They're just doing what's acceptable in their culture. But their cultures are very, VERY different. Waiting tables usually has a distinct subculture in any country, so I'm really just comparing the subcultures of French waiters in Paris and Japanese waiters in Tokyo.
I'm going to go out on a limb here, and say that I found French waiters in Paris almost terrifying. They huffed and puffed and stomped and glared and slammed the food down and were so comically over-the-top rude that it *had* to be an act, since my friends and I never did anything but politely sit down and point tentatively at menu items.
In contrast, I've seen Japanese waiters go to almost comical lengths to try to accommodate the requests of drunken people on business trips, to the point where I started feeling really un-proud to be an American. Japanese customer service practically defines world-class.
OK, I hope we've established that cultures differ, and they have an enormous impact on your experience with people in that culture.
I think it should be obvious to you that programming languages have subcultures, too. The Perl culture is very different from the Python culture, and both are very different from Ruby culture.
The Python culture has a lot going for it. I was pretty immersed in it. But over time, as I wondered why Python wasn't becoming an overnight phenomenon, I started noticing some cultural behaviors in the Python community that I feel may be partly responsible. This is, of course, just my own opinion, endorsed by nobody.
I pointed out some of these behaviors in my anti-anti-hype blog, and of course some people (Rubyists, Pythonistas, innocent bystanders) assumed I was Python-bashing, because they didn't watch Smalltalk die, and they didn't have the context I'm giving you now.
In reality, I'm actually just flat-out disappointed that Python never captured Perl-like marketplace success -- and if you've been with me so far, you'll know this has real economic ramifications in terms of ability to write Python code in the workplace. And worse, it appears to be an avoidable problem: I think there are certain accepted practices in the Python world that are materially harming Python's adoption in the commercial marketplace.
I could spend a long time justifying each of my claims from anti-anti-hype, but let's just focus on one of them: the tendency to label people as "incorrect". It's just an annoying habit, but one that can easily drive a potential new user away. It's a cultural habit, just like stomping and glaring and saying "psh!" loudly is a cultural habit among waiters in small restaurants in the Quartier Latin district of Paris.
The fact is, it doesn't take very much searching to find examples of this labeling. For instance, Recipe 1.7 of the Python Cookbook ends with a discussion around attributes versus items, and claims that many newcomers to Python "desire confusion" (by asking for uniform access to both), especially if they've come from a JavaScript background.
That seems kinda mean to me. If a programmer is genuinely confused, then fine, they're confused, although there's no need to harp on it. But if programmers are asking for a way to solve problems in a way they're used to, then labeling them as "confused" (a word that dictionaries varyingly define as baffled, perplexed, or unable to think with clarity or act intelligently) seems kinda harsh. Doesn't it?
Similarly, in Chapter 5 of the "Jython Essentials" book, during a discussion of Python's class system, it says: "Sometimes people erroneously see the need to explicitly specify the instance in the method argument list as evidence that object-oriented programming is somehow 'tacked on' to Python."
"Erroneously"? Gosh, this issue seems like a matter of pure opinion, not a fact that one can be either correct or incorrect about. How can an opinion be erroneous? Well, it's a cultural thing. If you have a culture of labeling differing opinions as incorrect, then an opinion can easily be considered erroneous.
There used to be an entry in the Python FAQ, which they removed a year or two ago, that said something along the lines of "Am I allowed to suggest changes to the language?" and the answer was a terse: "No." I can't remember the exact wording, but I found it pretty jarring, and it was there for years before getting cleaned up.
These little things add up, and they're ubiquitous. You may not notice them when reading Python discussions or documentation. I noticed because I was actively reading the write-ups and opinions of people who had tried Python and decided not to use it. Often as not, they said they felt rebuffed, or felt the community wasn't welcoming them, or they cited some other touchy-feely issue that didn't seem like it should have mattered at all. But there it was: a pattern had emerged.
Are all Python folks to blame for this? Of course not. Most Pythonistas people are really nice, warm, genuine, honest, smart people.
But a culture is a culture, and it has a big impact, like it or not. If the initial experience results in frequent enough culture-shock, it'll drive potential new users away.
Feel free to draw your own conclusions about why you use can Perl at most companies, but Python at relatively few. I've given you my take on it, and even if it's not the whole story, I honestly think it's a factor. There's more to marketing than glossy banners and shapeless cartoon mascots. Marketing can work all the way down to the level of individuals in one-on-one interactions.
In 10 years, I really don't want to be able to say: "I watched Python die". There's plenty of room for maybe 5 to 8 really huge languages in the marketplace. I think Ruby's going to be up there soon, and frankly I'd more than welcome Python up there too.
In the meantime, though, I've been half-assuming that you can't change a culture -- that once it's set, it's set. I hope I'm wrong. But my assumption is one of the biggest reasons that I finally switched to Ruby, just recently, over the summer, and committed to it for the forseeable future. (I'm guessing 5 to 10 years.)
Ruby
The worldwide Ruby culture is the warmest and friendliest I've seen in my long history with programming languages. And Ruby is a sweet language. Other people seem to agree, and are taking steps to market it, which is getting them labeled as "hyper-enthusiasts" by the Sour Grapes camp. It appears to me that Ruby is doing what I wanted Python to do a few years ago, so I've finally learned Ruby and have switched most of my development over to it.
After all, both languages have a long way to go before they catch up with Java in terms of tools, IDEs, books, performance, threading stability, and tons of other stuff. I wanted to make a reasonably educated bet, and choose the language I think is going to be bigger, so it'll work well for me, and so I won't have to fight so hard to use it in my job.
It wasn't hard to learn Ruby. In fact after a few days with it, Ruby felt as comfortable as languages I'd been using for years. I've really been enjoying it. It has a few warts; all languages do. No biggie. It looks as if Matz is intent on fixing them in Rite.
I don't know if I like it more than Python and Scheme. I like it at least as much as those languages, certainly. But Ruby's my favorite (as in "preferred") language now because I can see the trajectory it's on, especially now with Rails, and I believe it's going to be the Next Big Thing -- a Java-like phenomenon. So did Bruce Tate when he wrote "Beyond Java". So do James Duncan Davidson, Dave Thomas, Martin Fowler, and many other people who are a heck of a lot smarter than me. You'd think they're on to something big, wouldn't you? I do.
Java-like worldwide adoption really matters. Without that level of mass-market adoption, Ruby won't get the tools, stability, and CPAN-like library selection that it needs in order to compete with Java and Perl. It's a chicken-and-egg problem that all languages face, and Ruby stands a chance of succeeding where Smalltalk, Python, and other great languages have (to date) failed.
I see Rubyists worrying that Rails is stealing the show. Geez, folks, LET it steal the show. Talk about a free ticket for Ruby success. Java Applets were a way to get Java in front of a million or so programmers, ultimately allowing the Java platform to succeed in all sorts of domains that it might never have seen without the initial "killer app" of Applets.
We live in a world where culture matters, economics matter, and marketing hype matters. They are very real forces that directly affect our quality of life as programmers. You ignore them at your peril, a lesson learned by so many almost-forgotten languages that were stomped by marketing hurricanes like Java and Perl.
I really wanted Python to succeed, and I still wish them the best, but I think they're ignoring marketing. I really want Ruby to succeed, so I get a bit miffed when I hear famous people like Bruce Eckel making uninformed generalizations about both Ruby and the folks who are working hard to make it successful. I think Pythonistas should be focusing on doing the same -- working to make Python successful. I do think it will take a minor cultural adjustment on their part. And they need to start accepting hype as a natural part of the world we live in, a requirement for cutting through the noise. But I think they can do it.
With this context, does my "anti-anti-hype" post start to make a bit more sense? Try re-reading it and see.
If not, well, you can't please everyone. I'm old enough not to mind. .

By-> drunken Rants de Stevey - steve.yegger@gmail.com

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'Piratas do Caribe' volta aos cinemas em sua seqüência final







fotho - cartaz do filme "Piratas do caribe 3" No Fim do Mundo titulo em portugues




No terceiro filme da franquia de sucesso, Will Turner e Elizabeth Swann tem que resgatar o capitão Jack Sparrow e para isso contam com a ajuda do capitão Barbossa (Geoffrey Rush).

Somente com Sparrow, é que Will, Elizabeth e Barbossa conseguirão deter o lorde orde Cuttler Beckett (Tom Hollander) e o navio-fantasma Flying Dutchman, que tem por missão vagar pelos sete mares em busca de piratas e matá-los sem piedade.

Para deter Beckett, é necessário reunir os Nove Lordes da Corte da Irmandade. Mas, a Irmandade só fica completa com o capitão Jack Sparrow. Por isso, Will Turner, Elizabeth Swann e o capitão Barbossa partem para Cingapura, na intenção de conseguir o mapa que os conduzirá ao fim do mundo, para então resgatar Jack. Porém para conseguir o mapa eles precisarão enfrentar um pirata chinês, o capitão Sao Feng (Chow Yun-Fat).

Piratas do Caribe - No Fim do Mundo foi rodado simultaneamente com seu antecessor Piratas do Caribe - No Baú da Morte, entre março e setembro de 2005. O detalhe é que as filmagens do terceiro filme começaram sem que o roteiro final estivesse concluído.

A parte final da trilogia foi dirigida por Gore Verbinski, o mesmo dos filmes anteriores.